Existe um preconceito frequente de que a Maçonaria funciona como um "clube fechado de negócios" onde os membros usam a influência da ordem para direcionar contratos públicos, obter favorecimento judicial ou enriquecer rapidamente.
A realidade institucional do **GOIB**, contudo, é diametralmente oposta a essa visão mercantilista.
1. O Motivo Mercantilista É Causa de Rejeição na Sindicância
Durante a rigorosa fase de sindicância, o comitê de investigação busca compreender as reais motivações do candidato. Se for identificado que o interessado busca a Maçonaria por vaidade, desejo de ascensão financeira ou para obter favores profissionais, seu nome é **imediatamente reprovado**.
2. A Diferença Entre Fraternidade Honest e Favorecimento Ilícito
É natural que homens de bem que convivem semanalmente desenvolvam laços de confiança e amizade sincera. Se um irmão precisa contratar um profissional (médico, advogado, engenheiro) e prefere um irmão de reputação ilibada comprovada, isso é um ato de confiança interpessoal legítimo.
O que é **estritamente proibido** pelas leis maçônicas é o uso da Ordem para violar a lei, fraudar licitações ou acobertar crimes. O juramento maçônico exige que o maçom cumpra rigorosamente as leis da pátria.
3. Expulsão para Quem Fere a Ética
Membros que se envolvem em escândalos de corrupção ou tentam usar o nome da Maçonaria para tirar vantagens indevidas são submetidos ao Tribunal Maçônico e punidos com a exclusão e expulsão da Potência.